Parque Arqueológico do Vale do Côa

Todo o complexo do Parque Arqueológico do Vale do Côa tem como objectivo oferecer aos visitantes uma visão singular de um espaço único e marcante na história da evolução artística e social da Humanidade.

Todo o complexo do Parque Arqueológico do Vale do Côa tem como objectivo oferecer aos visitantes uma visão singular de um espaço único e marcante na história da evolução artística e social da Humanidade. Criado em 1996 com o intuito de proteger e musealizar a arte rupestre existente no local, o Parque Arqueológico do Vale do Côa propõe um sistema de visitas onde é primordial o equilíbrio entre o máximo usufruto do espaço e a preservação tanto das gravuras milenares como da paisagem que as alberga.

Actualmente, o Parque oferece-lhe a possibilidade de realizar visitas acompanhadas por um guia a quatro dos mais importantes núcleos do vale – Penascosa, Canada do Inferno, Ribeira de Piscos e Fariseu – em viaturas todo-o-terreno que partem da sede e de dois centros de acolhimento, em Castelo Melhor e Muxagata.

Calce os ténis, vista uma roupa confortável e recue milhares de anos num percurso pelas magníficas paisagens do Côa!

Por terras das gravuras

Se vai visitar o Parque Arqueológico não deixe de conhecer as vilas e aldeias que se espraiam por entre o granito e o xisto que emolduram o Vale do Côa. Visite Almendra, com as suas casas nobres e a elegante igreja matriz edificada no século XVI, espreite as casas onde viveu a comunidade judaica de Numão, dê um salto a Castelo Melhor e percorra as imponentes muralhas da sua fortaleza medieval, admire os solares barrocos de Seixas, Sebadelhe e Santa Comba, deixe-se inspirar pela igreja românica de Freixo de Numão, e por fim contemple a magnífica fachada manuelina da matriz de Vila Nova de Foz Côa.

Ao longo de todo este percurso, alimente a gula e delicie-se com os produtos regionais de incomparável qualidade. Comece pelo pão, prove os biscoitos e os muitos doces de amêndoa criados pelos saberes tradicionais, aprecie os figos, adoce a boca com o mel de rosmaninho, leve consigo o azeite e, por fim, permita-se provar o magnífico vinho da região.

Venha conhecer o interior ancestral de Portugal!

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